A ZAZUÁ é uma marca de acessórios femininos artesanais que mistura, pinta, borda e transforma materiais simples em criações especiais.
Carinho, cuidado e assimetria é o que resulta em exclusividade e originalidade de suas peças!
Divirta-se no mundo colorido Zazuá!
Na última semana (de 22 a 26 de fevereiro/2010), aconteceu na capital paranaense a 4ª Ediçao do Paraná Business Collection, um dos principais eventos do calendário nacional da moda, que além dos desfiles das melhores marcas e estilistas paranaenses e Show Room de Negócios, incluiu em sua programação oficinas de criação, palestras, debates e o Prêmio Joao Turin de Incentivo aos Novos Designer de Moda, direcionado as cursos de moda do estado.
Desfilaram as marcas:
JEFFERSON KULIG - Com toque futurista mostrou peças com silhuetas rígidas, calças skinny, vestidos de manga longa, ombros arredondados e golas volumosas, na versão alta, canoa e V. Além disso, Jefferson trouxe peças com materiais emborrachados com cortes a laser e desenhos florais. As estampas aparecerem em uma mistura de tons florais com cores primárias. Foram também apresentados vestidos drapeados com aplicações de max paetês em tons dourados, lilás, prateado e ferrugem.




LAFORT - Traz leveza e sofisticação para o Inverno 2010 com peças em materiais contrastantes, como o couro e a pele, misturados a transparências, rendas e tules. Além disso, muito brilho, bordados e aplicações de cristais dão o tom da coleção. Modelos também desfilaram criações com cintura marcada e ombros bastante estruturados, trazendo muitos zíperes, em cores como o roxo, o rosa pink e o preto. Os tricôs em tons neutros, mas também escuros, combinados com calças skinny e botas de cano alto. Os tecidos como o couro em versão sintética, em um perfil ecologicamente correto.





FÁBIO BARTZ - Apostou numa coleção arrojada e moderna, onde o mundo das histórias em quadrinhos foi realçado com a influência oriental numa mistura de macacões com kimonos. A coleção de inverno do estilista foi apresentada com a presença de cores fortes, como o preto, o cinza e o azul escuro, além da alternância de tecidos leves e pesados, cetim e soft, lenços, máscaras, coletes e suspensórios masculinos. Homens com botas sete léguas, mulheres com sandálias leves de solado fino de borracha. Transparências escuras, golas altas, calças arrastão.





LÚCIA FIGUEREDO - A nudez, o glamour e muito brilho foram ferramentas para demonstrar a sensibilidade da mulher na passarela. O brilho transmitiu a paixão, ao mesmo tempo em que remeteu a casualidade do desejo provocado pela mulher dos anos 40 e nas deusas gregas – inspiração das estilistas da marca, Mônica Alencar e Tatiana Nakayama. Os grandes decotes combinados com longas saias e vestidos demonstraram o poder da mulher diante de seu estado de submissão, ao mesmo tempo em que o feminino brinca com seu poder de sedução inigualável.




SINISTRA - Com apenas três anos, a marca colocou na passarela looks confortáveis em algodão, moleton e um toque de alfaiataria em vestidos curtos e soltos, além de casaquinhos e tailleur ajustados e bem estruturados que se misturavam com os shortinhos curtos em xadrez. Algumas estampas do tipo “feito em casa”, que também vinham com sobreposições em cores frias como cinza, o preto e o violeta, deram o ar de menininha moderna à coleção.




PICNICDELEFANTE - A marca já se tornou conhecida pela diversidade de suas peças, as misturas de estampas, tecidos, apliques e modelagens diferenciadas, mantendo sempre um caráter artesanal, se destacando pela criatividade e o acabamento impecável. Na coleção de inverno a marca trouxe muito rosa bebê, vermelho e branco, cores leves para realçar o movimento e dar ainda mais um ar retrô. O tom do desfile comandado pela estilista Isabella Shimizu Seghese é a composição da sensibilidade até nos mínimos detalhes. Pequenos broches com pedaços de tecido. Laços, babados e gravatas borboletas com pérolas. A predominância nas peças femininas são os vestidos curtos com meias calças coloridas e desenhadas para aquecer o inverno.




BASIC - No velho oeste a mistura entre o clássico cowboy com o clássico contemporâneo compôs um tom sóbrio que despertou a autenticidade da marca. Os jeans, base de todos os trajes, quando não eram tradicionais, realçaram os tons escuros, sempre com detalhes e cortes diferenciados nos bolsos, como os de faca, ou ainda, rasgos propositais que davam o toque da descontração. Tudo aliado à renda, muito couro, bordados, transparências e estampas coloridas e florais.




ALL PURPOSE - Abusou da sobreposição de tecidos, cores e formas que transformaram peças simples em um look moderno, confortável e de personalidade. As calças jeans trouxeram um corte mais tradicional e uma tímida tintura que traduz a ousadia escondia na simplicidade do branco das camisetas que contrastaram com o cinza, preto e marrom das jaquetas jeans e de moletom. A marca apresentou roupas urbanas que, juntas, mostraram como é possível ser espontâneo, criativo, bem humorado, irreverente e ousado.





RAFFER - Os contrates dos looks masculinos não estiveram somente nas cores, que apesar de mostrar sobriedade, abusou dos sobretons com cortes mais justos, curtos e modernos, mas também na mistura do xadrez com listras e do cetim com a lã. A Raffer abusou nessa mistura de elementos que compõem a moda do homem contemporâneo, como nos tecidos quentes e pesados dos paletós, jaquetas e sobretudos.





CHITA BRASIL - Xadrez combinado a cores fortes, como marrom e verde, além dos sobretons delicados, os looks mostram um inverno arrojado para quem quer conforto e estilo. Com acessórios também marcantes, Chita Brasil amplia a versatilidade e mostra que é necessário o equilíbrio dos detalhes. Afinal, tudo combina e conversa com tudo. Macacões largos e vestidos compridos lembram brincadeiras de meninas com autenticidade.




JOYFUL - Surpreendeu o público por aliar a sustentabilidade ao conforto e beleza. Inspirada na bicicleta, meio de transporte que proporciona qualidade de vida e a manutenção do meio ambiente, a coleção de inverno expôs mini saias e tops, largos macacões, detalhes em zíper e cachecois. Tudo com muita elegância. A marca não deixou de exaltar o tricot como base dos looks que trouxeram ainda polainas e luvas como detalhes das sobreposições de tecidos. As tranças em algodão deram detalhes discretos e aconchegantes a casacos e cachecois, que, aliás, trouxeram botões e formatos que inovaram na passarela.




SILMAR ALVES - A coleção do estilista é inspirada na lenda da cidade de pedra, na região dos Campos Gerais paranaense, o estilista remeteu o público ao amor e ao castigo de um povo primitivo onde os homens não podiam se apaixonar. Os looks de Silmar trouxeram de volta um antigo conhecido das mulheres da realeza, o corpete. Bem ajustados e combinados com saias leves, a maioria em tons dourados, os corpetes receberam bordados artesanais delicados e sobrepostos por pelerines estruturados ou usados embaixo de tailleurs em lã da Fiateci.





